Amo-te, Deusa Atena!
E contemplo-te tal qual a Europa contempla
A América.
Sinto-te, Deusa Atena!
Singela, suave, doce tal qual
A Aurora Nordesteal.
Bebo do absinto
De teus lábios,
Inebriáveis,
E preciso feito as
Escalas simétricas.
E, da metafísica do teu sussurro,
E de tua mente de leituras largas,
Resplandecentes,
Surge tua palavra
“não inflacionada”
Que só pode ser proferida pelos seres de nobres mentes,
Nobres olhos,
E nobres dedos,
Deusa Atena!
Amo-te porque és amor
Livre da infante,
Nobre diamante
Nos olhos do sabiá!
Toco-te a mão
De desenhos simétricos
E delicados...
E com dedilhados...
Finos
Fiam minha mente
De frases diminutas.
Amo-te, minha Atena,
Por ser Atena...
E por ser minha
Só por tua bondade.
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